segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

A nós...



Desejo a nós um novo ano, uma nova vida, um novo começo. Deus joga em nossas vidas um novo livro com folhas branquinhas e nos dá a oportunidade de escrever ali coisas bonitas, divertidas, até tristes, mas nos permite a chance de ousar, de fazer algo novo, de ser diferente. Começa tudo de novo. Pode melhorar? Sim! Pode piorar? Também! Porém isso só depende da gente mesmo. Vai escrever o que neste seu novo livro?

sábado, 29 de dezembro de 2012

Matéria de amor



Mudem o papo, todos nós procuramos um amor. FATO! Todos nós desejamos aquele amor nojento que nos acorda no meio da noite depois de um dia cansativo de trabalho, só pra jogar conversa fora e contar como foram as coisas. O que coloca apelidos tensos que tentamos esconder a qualquer custo dos amigos ou que chega em sua casa e se sente mais dono de lá que você e seus pais. Então não sejamos estúpidos de mentir uma realidade que até o satélite da NASA percebe lá de cima. Nós seres humanos dotados de inteligência e racionalidade nos tornamos dementes nessa matéria de amar, e olha que eu já repeti essa “disciplina” umas três vezes. 


Júlia Siqueira

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Viver


Vivo como se o dia de amanhã fosse nascer só pra mim, mesmo que talvez eu não faça parte dele. Esperança deve ser o nome dessa força que toma conta de mim sempre que algo não sai como queria. Tentar sempre. Mesmo que em algum momento as forças se esvaiam, cessem e o desânimo bata. Viver sempre, mesmo entendendo que nem sempre a vida é tão bonita como Gonzaguinha cantou. Viver, um dia de cada vez, apreciando os momentos, as paisagens, as pessoas e a si mesmo. 

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Então é Natal!


Você já arrumou a sua árvore de Natal? Já?! Que bom! Comprou muitos enfeites? Não esqueceu do pisca-pisca não né?! Muito bem! Agora é só preparar a ceia farta e jantar com seus familiares, trocar presentes e curtir mais este feriado festivo no calendário. Falta mais alguma coisa? Acho que sim!
Muitas vezes nos preparamos pra o Natal como se fosse mais um feriado dentro de nosso calendário, um momento de lazer entre amigos e família e que acaba quando o dia seguinte chega. Enchemos nossas casas de papai-noel e esvaziamo-nos do sentindo principal que o nascimento daquele que nos salvou. Natal é isso, festa, celebração, amor e carinho, mas quando aquele que nos proporcionou tudo isso está no centro das nossas mesas, dentro dos nossos corações. Vamos aproveitar esse tempo de espera que o tempo do Advento e tentar fazer um pouco diferente. Ao comprar roupas novas pra gente, pensemos em doar, pra quem passa frio, as que amontoam os nossos guarda-roupas e que não usamos mais. Ao comer a ceia farta, possamos levar quem sabe um prato dela pra’quele vizinho que não terá o que jantar no dia. Ao arrumar a nossa casa pra receber os visitantes, arrumemos também o nosso coração pra receber o nosso melhor amigo que é Jesus. Vivamos n’Ele, com Ele e para Ele!
Amém e Boas Festas.




(Escrito em 04 de dezembro de 2012 para a Campanha de Natal da PASCOM)

sábado, 22 de dezembro de 2012

Medos


Medo de escuro, medo de altura, medo de avião, medo de se re-apaixonar. Medos. Todos nós temos, muitas vezes escondidos em algum baú empoeirado em cima do guarda-roupa, mas por um motivo, do qual ainda não nos pusemos a pensar sobre, o conservamos da mesma forma com que se cuida de um objeto sem valor de um antepassado, em algum momento ele é colocado pra fora e apreciado. Ali, parado, você e ele, olho no olho, e não se pode mais se fazer de tão forte ou esconder-se. 

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Água, barreiras, amor


Nunca entendi as barragens, as represas, qual o verdadeiro porquê de guardar, prender algo que foi feito pra correr livremente? O homem tem dessas, pois a ele foi dado o direito de pensar e a tarefa de comandar as coisas aqui da Terra. Mas seria o mais correto?
Reprimi o amor! Não seria correto deixar ele livre? Fazer com que ele, assim como faz a água, transpusesse as barreiras, desviasse caminhos, furasse pedras e o que impede com que ela corra livremente? Mas nós, homens, temos dessas. Achar que conseguimos fazer do nosso território emocional o mesmo que fazemos com a Terra. Tentar controlar o incontrolável. Duas barragens romperam essa manhã do outro lado do mundo, deu no jornal. Começarei a romper as barragens do meu peito, quem sabe o amor acumulado possa correr livremente. Quem sabe...

Necessidade



Tenho que te amar em silêncio. Mas às vezes o silencio é tão alto que tenho a impressão que todos podem ouvir.
Tenho que te amar em segredo, sem compartilhar, sem mostrar, mas te amar é algo tão grande que basta olhar pra mim e ver que não há o que esconder.
 Tenho que te amar em sonho e mesmo assim, a realidade, é que junto de você eu só sei sonhar.
Tenho que te amar sorrindo, até mesmo quando te amar causa um pouquinho de dor.
Tenho que te amar quando você não me olha, quando você não está perto de mim, quando meu coração dispara, quando meu pensamento é seu.
Tenho que te amar. Porque é assim que sei te sentir. É assim que meu coração manda. É assim que minha alma se incendeia e escreve com suas chamas, essa frase que ecoa dentro do meu peito. Tenho que te amar. Amo te amar. Porque você é assim, o amor que vive em mim.

Francis Rocha

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Talvez


Talvez eu não faça sentido pra alguns, as minhas ações, os gestos e afins, porque não nasci e cresci para agradar gregos e troianos e sim pra buscar a minha felicidade, afinal ela só depende de mim e da minha batalha diária pra existir. Talvez eu não seja o cara que toda sogra deseja como genro, porque não sei ser modelo e parâmetro, não sei ser efusivo, não aprendi a falar com quem não conheço e tratar alguém com o maior amor e carinho em apenas 3 minutos. Definitivamente o que fica pronto e agradável em 3 minutos, chama-se miojo. Talvez não seja o melhor dos amantes, porque tenho em mim uma coisa bipolar, trago o maior amor do mundo e a maior falta de interesse convivendo aqui sem existir conflito. Talvez não seja bom o suficiente pra você, mas sou suficiente bom pra mim mesmo. 

Vacinas



Pensando sobre vacinas cheguei à conclusão que elas entram em conformidade com os maus amores. Explico! Quando injetado no corpo humano, as suas propriedades têm o poder de favorecer a imunidade para algumas doenças que acometem o nosso organismo. Uma vez imunizado contra tal enfermidade, raramente há propensão para desenvolvê-la.
Mas pra falar de vacinas, temos que falar sobre a razão delas existirem, a doença, afinal não há remédio pra quem está com a saúde em dia. A doença aparece muitas vezes como uma simples febre, aquece o nosso corpo, nos leva pra cama a noite, faze-nos suar, delirar, nos deixa arriado, jogado, largado e se vai, talvez com a mesma velocidade com que se chegou, sem avisar, sem dar pistas sobre a sua origem ou razão ou se instala e nos faz sofrer por dias, meses, anos, torna-se crônica, por vezes terminal.
 Aí da doença se faz a vacina, do mau amor se faz a cura e anticorpos são criados, fortes o suficiente pra que o erro não seja cometido, e a doença não volte ou o “amor” não ache o seu endereço, perca o seu número de celular e entenda que uma vez vacinado se torna impossível (ou pouco provável) de cometer a mesma besteira novamente. 

Júlia Siqueira

Finitude



      E nos descobrimos finitos. Os nossos planos poderão acabar a qualquer momento, as pessoas que amamos podem partir em algum instante inesperado, podemos não ir à reunião importante da sexta, talvez não estejamos aqui pra ir ao churrasco no domingo, e nos defrontamos com uma certeza dura e cruel que não nos atentamos por vezes, a de que a vida tem o seu ponto final. Essa vida material que a gente tanto gosta (ou não!) e que nos proporciona conhecer, experimentar, curtir, lutar e ser um verbo. Ela não é pra sempre! E nos descobrimos finitos! Ou nos redescobrimos... afinal sabe-se lá o que nos espera! 




quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Acreditar



Vemos o vento? Não! Mas sabemos que ele existe pelo seu toque nas folhas das árvores, na levantada da areia da praia, no seu sopro suave em nossa pele. Vemos a Deus? Não. Mas o enxergamos em tudo o que nos rodeia. Temos fé? Isso cabe a cada um responder.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

A sociedade dos robôs



Vivemos numa sociedade de robôs, onde demonstrar sentimentos é coisa de gente fraca, onde as misérias cotidianas já passam batidas aos nossos olhos, onde a paz justifica a guerra e vice-versa. Vivemos esperando que o amor surja de um vento impetuoso e nos tire do comodismo, esperamos que os empregadores nos procure oferecendo trabalho, buscamos boa forma através de comprimidos minúsculos e não pelo suor de uma malhação bem cansativa. Acomodamo-nos. Cansamos de viver e queremos que vivam por nós. Fazemos revoluções no sofá da sala, criamos levantes no Twitter e não conseguimos tirar o copo de suco da mesa e levar pra cozinha. Triste realidade, triste de nós, triste do mundo. Ficamos excelentes em muitas coisas e medíocres em outras tantas. E assim caminha a humanidade...